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Domingo, noite

Ouço irmã cantando. Desligo telas, leio, paro, medito. O sono não vem. Ponho-me a escrever, um passatempo apenas. Lá se foram 2 h! Que tolice ainda  acreditar que tinta acalma.

Sábado, 24

Dia de descanso! Faxina, planta, pintura. Cheirinho bom. Festa junina? - Leitura, rede e cafuné. Desce tudo 0% (a realidade): Leite, cama e Netflix.

hoje

1 Heineken 1 dadinho  1 empanada panela 

Chuva em maio (ou eclipse lunar)

Chuva de frio, abra o céu pr'amanhã. Eclipse lunar. Até lá sigo escrevendo deitada, cansada alienada em mim.

Do Carnaval em feriado descobridor

Ela se padeceu de uma crise de angústia no sábado descobridor de Carnaval em abril. Coisa de pandemia ter festa pagã em feriado político. E não tem a ver, afinal de contas? O dia lindo de outono do Cerrado a convidou para o boteco. Sem achar pessoa digna de sua companhia, levou a leitura atual. Lá pela vigésima página começou não entender tamanho desenrolar da narrativa, mas como o dia já se mostrava feliz, esperou para ver o pôr do sol e ir embora dormir. O álcool tranquilizante do dia se transformara no ansiolítico da noite e assim dormiu para acalmar o domingo que prometia trabalho mental e físico. Afinal, plantar e aguar detêm peripécias inestimáveis para quem não os faz.

Autorretrato antirromântico

Sou aquela que não compensa: esperar pra ver mudar, tentar modificar, desfilar. Sou aquela que repensa, textualiza trabalho, debate mudança, luta! Não sou aquela: moldável ao padrão, submissa ao varão, que abaixa para o patrão! Não sou a mulher que você quer.