Ouço irmã cantando. Desligo telas, leio, paro, medito. O sono não vem. Ponho-me a escrever, um passatempo apenas. Lá se foram 2 h! Que tolice ainda acreditar que tinta acalma.
De repente, à tarde, pego-me chorando de soluços, passo a limpar lágrimas enquanto aquele que me conduz pergunta: o que tens, minha flor? Respondo que nada, mesmo sabendo o porquê - mas é que ainda não abstraí motivo tão vil. O senhor chega, querendo entendimento vê na tela branca do PC riscos de letras pretas e reflete: "Você é muito sensível!" Eu concordo, e concluo: sensibilidade demais faz mal.
Comentários
Postar um comentário